OS JUDEUS E O TRÁFICO DE ESCRAVOS TRANSATLÂNTICO

13/07/2012

QUAL O PAPEL DOS JUDEUS NA ESCRAVIDÃO DOS “NEGROS” (HEBREUS)? AQUI ESTÃO ALGUMAS FONTES JUDAICAS QUE NOS DÃO A RESPOSTA.

EM YOEL / JOEL 3:1-2, YAH DISSE QUE IRIA TRAZER AS NAÇÕES PARA O VALE DO YAHUSHAPHAT (JEOSAFÁ), E PLEITEAR COM ELAS, PORQUE ELES DIVIDIRAM SUA TERRA, YASHURUN (ISRAEL) E ESPALHARAM O SEU POVO (HEBREU-ISRAELITAS). OS JUDEUS TIVERAM PARTICIPAÇÃO EM AMBOS, TANTO NA DIVISÃO DA SUA TERRA QUANTO NA DISPERSÃO DO SEU POVO. 

AO AVALIAR A RELAÇÃO ENTRE NEGROS E JUDEUS, NÃO É PRECISO RECORRER A VICIOSOS XINGAMENTOS OU EPÍTETOS OFENSIVOS. BASTA APRESENTAR OS FATOS. OS JUDEUS DO MUNDO NÃO PEDEM DESCULPAS A NINGUÉM QUANDO ELES CITAM PRECEDENTES HISTÓRICOS COMO UM GUIA PARA SEUS FUTUROS RELACIONAMENTOS COM OUTROS POVOS. O REGISTRO HISTÓRICO É MAIS CLARO DO QUE OS PRONUNCIAMENTOS CONFUSOS DE UMA MÍDIA REACIONÁRIA E CONTROLADA. NENHUM DOS CRÍTICOS DO THE SECRET RELATIONSHIP TEM SIDO CAPAZ DE RE-ESCREVER A HISTÓRIA MOSTRANDO UMA HISTÓRIA DE “AMIZADE” ENTRE NEGROS E JUDEUS. ELES SÃO FORÇADOS A SUCUMBIR À REALIDADE TRÁGICA DE QUE QUASE CADA UM DE SEUS PAIS COLONIAIS ODIAVA PESSOAS NEGRAS E PARTICIPARAM DO ROUBO DE SUA HUMANIDADE. AQUELES QUE SENTIRAM QUE HAVIA ALGUMA RELAÇÃO “ESPECIAL” QUE DEU A ELES O DIREITO “ESPECIAL” DE CRITICAR E CONTROLAR A LIDERANÇA NEGRA NÃO PODE MAIS FAZER TAL AFIRMAÇÃO.


A ESCRAVIDÃO NEGRA

MARC LEE RAPHAEL

“JUDEUS TAMBÉM TIVERAM UMA PARTICIPAÇÃO ATIVA NO COMÉRCIO DE ESCRAVOS COLONIAIS HOLANDESAS. NA VERDADE, O REGULAMENTO DO RECIFE E CONGREGAÇÕES MAURICIAS (1648) INCLUÍAM UM IMPOSTO (TAXA JUDIA) DE CINCO SOLDOS POR CADA ESCRAVO NEGRO QUE UM JUDEU BRASILEIRO COMPRASSE DA COMPANHIA DAS ÍNDIAS OCIDENTAIS . LEILÕES DE ESCRAVOS ERAM ADIADOS SE ELES CAÍAM NUM FERIADO JUDAICO. EM CURAÇAO, NO SÉCULO XVII, BEM COMO NAS COLÔNIAS BRITÂNICAS DE BARBADOS E NA JAMAICA NO SÉCULO XVIII, MERCADORES JUDEUS DESEMPENHARAM UM PAPEL IMPORTANTE NO COMÉRCIO DE ESCRAVOS. NA VERDADE, EM TODAS AS COLÔNIAS AMERICANAS, SEJA FRANCESA (MARTINICA), BRITÂNICA OU HOLANDESA, MERCADORES JUDEUS FREQÜENTEMENTE DOMINAVAM”.

“ISTO NÃO FOI MENOS VERDADEIRO NO CONTINENTE NORTE-AMERICANO, ONDE DURANTE O SÉCULO DEZOITO, JUDEUS PARTICIPARAM DO “COMÉRCIO TRIANGULAR” QUE TRAZIA ESCRAVOS DA ÁFRICA PARA AS ÍNDIAS OCIDENTAIS (AMÉRICAS) E LÁ OS TROCAVA POR MELAÇO, QUE POR SUA VEZ FOI LEVADO PARA A NOVA INGLATERRA E CONVERTIDO EM RUM PARA VENDER NA ÁFRICA. ISAAC DA COSTA DE CHARLESTON, NA DÉCADA DE 1750, DAVID FRANKS, DE FILADÉLFIA, EM 1760, E LOPEZ AARON DE NEWPORT NO FINAL DOS ANOS 1760 E NO INÍCIO DOS ANOS 1770. OS JUDEUS DOMINAVAM O COMÉRCIO DE ESCRAVOS NO CONTINENTE AMERICANO”.

FONTE: Jews and Judaism in the United States a Documentary History – Tradução Livre: “Os judeus e o Judaísmo nos Estados Unidos uma História Documentário” (New York: Behrman House, Inc., Pub, 1983), p. 14.

Dr. Raphael Lee é o editor da história judaica americana, a revista do American Jewish Historical Society na Universidade de Brandeis, em Massachusetts.


IRA ROSENWAIKE

“EM CHARLESTON, RICHMOND E SAVANNAH A GRANDE MAIORIA (MAIS DE TRÊS QUARTOS) DAS FAMÍLIAS JUDIAS TINHAM UM OU MAIS ESCRAVOS, EM BALTIMORE, APENAS UMA EM CADA TRÊS CASAS ERA ESCRAVISTA; EM NOVA YORK, UMA EM CADA DEZOITO… ENTRE AS FAMÍLIAS DONAS DE ESCRAVOS, O NÚMERO MÉDIO DE ESCRAVOS VARIAVA DE CINCO, EM SAVANNAH, A UM EM NOVA YORK”.

FONTE: “A população judaica em 1820,” em Abraham J. Karp, ed, a experiência judaica na América: Estudos selecionados a partir de Publicações do American Jewish Historical Society (Waltham, Massachusetts, 1969, 3 volumes), volume 2, p. 2, 17, 19.

 


CECIL ROTH

“OS JUDEUS DO SAVANNE JODEN [SURINAME] TAMBÉM FORAM OS PRIMEIROS NA SUPRESSÃO DAS SUCESSIVAS REVOLTAS NEGRAS, DE 1690-1722; ESTAS, DE FATO, FORAM EM GRANDE PARTE DIRIGIDAS CONTRA ELES, COMO SENDO OS MAIORES SENHORES DE ESCRAVOS DA REGIÃO”.

História dos Marranos (Philadelphia: Jewish Publication Society of America, 1932), p. 292.


JACOB RADER MARCUS

“DURANTE TODO O SÉCULO XVIII, ATÉ O INÍCIO DO SÉCULO XIX, OS JUDEUS NO NORTE POSSUÍAM SERVOS NEGROS; NO SUL, AS POUCAS PLANTAÇÕES DE PROPRIEDADE DE JUDEUS, ERAM CULTIVADAS COM TRABALHO ESCRAVO. EM 1820, MAIS DE 75% DE TODAS AS FAMÍLIAS JUDIAS EM CHARLESTON , RICHMOND E SAVANNAH POSSUÍAM ESCRAVOS, EMPREGADOS COMO EMPREGADOS DOMÉSTICOS, QUASE 40% DE TODAS AS FAMÍLIAS JUDIAS NOS ESTADOS UNIDOS POSSUÍAM UM ESCRAVO OU MAIS. NÃO HOUVE PROTESTOS CONTRA A ESCRAVIDÃO, COMO TAL PELOS JUDEUS NO SUL, ONDE ESTAVAM SEMPRE EM DESVANTAGEM, PELO MENOS 100-1… MAS MUITO POUCOS JUDEUS, EM QUALQUER LUGAR NOS ESTADOS UNIDOS, PROTESTARAM CONTRA A ESCRAVIDÃO POR RAZÕES MORAIS”.

Estados Unidos judeus, 1776-1985 (Detroit: Wayne State University Press, 1989), p. 586.


RELATÓRIO DA SOCIEDADE AMERICANA E ESTRANGEIRA ANTI-ESCRAVAGISTA DE 1853

“OS JUDEUS DOS ESTADOS UNIDOS NUNCA TOMARAM QUAISQUER MEDIDAS NO QUE DIZ RESPEITO À QUESTÃO DA ESCRAVIDÃO. COMO CIDADÃOS, ELES CONSIDERAM ISSO SUA POLÍTICA PARA QUE CADA UM ESCOLHA QUE LADO ELE JULGUE SER A MELHOR FORMA DE PROMOVER SEUS PRÓPRIOS INTERESSES E O BEM-ESTAR DE SEU PAÍS. ELES NÃO TÊM ORGANIZAÇÃO DE UM CORPO ECLESIÁSTICO QUE REPRESENTE SUA VISÃO GERAL; SEM ASSEMBLÉIA GERAL OU EQUIVALENTE. OS JUDEUS AMERICANOS TÊM DOIS JORNAIS, MAS NÃO INTERFEREM EM QUALQUER DISCUSSÃO QUE NÃO SEJA MATERIAL PARA A SUA RELIGIÃO. NÃO PODE-SER DIZER QUE OS JUDEUS TENHAM FORMADO UMA OPINIÃO DENOMINACIONAL SOBRE O TEMA DA ESCRAVIDÃO AMERICANA… OS OBJETOS DE TÃO SIGNIFICATIVO PRECONCEITO E INJUSTA OPRESSÃO COMO OS JUDEUS FORAM DURANTE SÉCULOS, CERTAMENTE, AO QUE PARECE, MAIS DO QUE QUALQUER OUTRA DENOMINAÇÃO, DEVERIAM SER OS INIMIGOS DE CASTA, E AMIGOS DA LIBERDADE UNIVERSAL”.


RABINO BERTRAM W. KORN

“PARECE SER REALISTA CONCLUIR QUE QUALQUER JUDEU QUE PODERIA SE DAR AO LUXO DE POSSUIR ESCRAVOS E TINHA NECESSIDADE DE SEUS SERVIÇOS IRIA FAZÊ-LO… OS JUDEUS PARTICIPARAM DE TODOS OS ASPECTOS E PROCESSOS DA EXPLORAÇÃO DOS NEGROS INDEFESOS”.

FONTE: “Judeus e Negro Slavery no Velho Sul, 1789-1865”, em Abraham J. Karp, a experiência judaica na América: Estudos selecionados a partir de Publicações do American Jewish Historical Society (Waltham, Massachusetts, 1969), pp 184, 189. [Dr. Korn é um rabino, historiador, AB, Cincinnati, 1939; Hebrew Union College Jewish Institute of-Religion, Cincinnati, Ordenação MHL 1949; Sr. rabino, Reforma Congregação Keneseth Israel, Elkins Park, Pennsylvania, 1949 -; capelão, USNR de 1944 -; Professor visitante, História Judaica americana, Union College Jewish Institute of-Religion, New York, 1962 -; Honorário Overseer Gratz College of Pennsylvania; professor visitante, História Judaica americana, Dropsie Universidade da Pensilvânia; 1970 -; Prémio de Mérito do destinatário, American Associação para a História do Estado e Municipal, 1969.]


LOUIS EPSTEIN, AUTOR DE SEXO LEIS E COSTUMES NO JUDAÍSMO:

“A ESCRAVA ERA UMA FERRAMENTA DO SEXO ABAIXO DO NÍVEL DE CONSIDERAÇÕES MORAIS. ELA ERA UM BEM ECONÔMICO, ÚTIL, ALÉM DE SEU TRABALHO DOMÉSTICO, PARA A PROCRIAÇÃO DE MAIS ESCRAVOS. PARA ATINGIR ESSE OBJETIVO, O MESTRE ACOPLAVA A PROMISCUAMENTE DE ACORDO COM SEUS PLANOS DE CRIAÇÃO. O SENHOR MESMO, SEUS FILHOS E OUTROS MEMBROS DE SUA FAMÍLIA SE REVEZAVAM COM ELA PARA O AUMENTO DA RIQUEZA DA FAMÍLIA, BEM COMO PARA A SATISFAÇÃO DE SEUS DESEJOS SEXUAIS EXTRACONJUGAIS. VISITANTES E VIZINHOS TAMBÉM ERAM CONVIDADOS A ESSE LUXO”.


SEYMOUR B. LIEBMAN

“ELES VIERAM COM NAVIOS QUE TRANSPORTAM OS NEGROS AFRICANOS PARA SEREM VENDIDOS COMO ESCRAVOS. O TRÁFICO DE ESCRAVOS ERA UM MONOPÓLIO REAL, E OS JUDEUS ERAM FREQUENTEMENTE DESIGNADOS COMO AGENTES PARA A COROA EM SUA VENDA… [ ELES] FORAM OS MAIORES FORNECEDORES DE NAVIOS EM TODA A REGIÃO DO CARIBE, ONDE O NEGÓCIO DE TRANSPORTE ERA PRINCIPALMENTE UMA EMPRESA JUDAICA… OS NAVIOS NÃO ERAM SÓ DE PROPRIEDADE DOS JUDEUS, MAS ERAM TRIPULADOS POR JUDEUS E NAVEGAVAM SOB O COMANDO DE CAPITÃES JUDEUS”.

FONTE: New World Jewry 1493-1825: Requiem for the Forgotten (Ktav, New York, 1982), pp 170, 183. [Liebman é um advogado; LL.B., St. Lawrence University, 1929; MA (História Latino-Americana), México City College, 1963; Florida capítulo American Society Histórico Judaico, 1956-1958; Amigos da Universidade Hebraica, 1958-1959 ; Contribuinte American Historical Society de jornais acadêmicos sobre a história judaica.


HERBERT I. BLOOM

“OS HABITANTES CRISTÃOS [DO BRASIL] TINHAM INVEJA PORQUE OS JUDEUS POSSUÍAM ALGUMAS DAS MELHORES PLANTAÇÕES NO VALE DO RIO DE PERNAMBUCO E ESTAVAM ENTRE OS PRINCIPAIS DONOS DE ESCRAVOS E COMERCIANTES DE ESCRAVOS NA COLÔNIA (1).

“O COMÉRCIO DE ESCRAVOS [SIC] FOI UMA DAS ATIVIDADES MAIS IMPORTANTES DOS JUDEUS AQUI [NO SURINAME] COMO EM OUTROS LUGARES NAS COLÔNIAS”. (2)

FONTE: 1. , “Um Estudo da História Judaica brasileira 1623-1654, baseado principalmente nos achados do falecido Samuel Oppenheim,” As publicações da American Jewish Historical Society, vol. 33 (1934), p. 63.2. Actividades Económicas dos judeus de Amsterdam nos séculos XVII e XVIII (Port Washington, Nova York / London: Kennikat Press, 1937), p.159.

[Bloom é um rabino, BA, Columbia University, 1923, Ph.D., 1937; MHL, Instituto Judaico de Religião, 1928, DD, 1955; rabino, Temple Albert, Albuquerque, Novo México, 1928-1931. Kingston presidente da Associação Ministerial, 1945-1946, e 1959-1960; B’nai B’rith; Organização Sionista da América; vice-presidente, Conselho Nacional de capelão da prisão, desde 1962; Comitê de Ação Social da Conferência Central dos Rabinos Americanos, desde 1947 ; Autor:. Os judeus do Brasil holandês, 1936; A Atividades Econômicas dos judeus de Amsterdam, 1937]


ARNOLD WIZNITZER

“A COMPANHIA DAS ÍNDIAS OCIDENTAIS, QUE MONOPOLIZAVA A IMPORTAÇÃO DE ESCRAVOS DA ÁFRICA, VENDIA ESCRAVOS EM LEILÕES PÚBLICOS A PAGAMENTO EM DINHEIRO. ACONTECE QUE A MAIOR PARTE DO DINHEIRO ESTAVA NAS MÃOS DOS JUDEUS. OS COMPRADORES QUE APARECIAM NOS LEILÕES ERAM QUASE SEMPRE JUDEUS, E POR CAUSA DA FALTA DE COMPETIDORES ELES PODIAM COMPRAR ESCRAVOS A BAIXOS PREÇOS. POR OUTRO LADO, TAMBÉM NÃO HOUVE COMPETIÇÃO NA VENDA DOS ESCRAVOS PARA OS FAZENDEIROS E OUTROS COMPRADORES, E A MAIORIA DELES COMPRAVA A CRÉDITO PAGÁVEL NA PRÓXIMA COLHEITA EM AÇÚCAR. LUCROS DE ATÉ 300% DO VALOR DE COMPRA ERAM FREQÜENTEMENTE OBTIDOS COM ALTAS TAXAS DE JUROS …. SE A DATA DE UM LEILÃO CAÍSSE NUM FERIADO JUDAICO, O LEILÃO TINHA DE SER ADIADO. ISSO OCORREU NA SEXTA-FEIRA, 21 OUT , 1644 “.

FONTE: judeus no Brasil Colonial (1960), pp 72-3; [Nota: Wiznitzer, Arnold Aharon, educador; Nascido na Áustria, 20 de dezembro de 1899; Ph.D., University of Vienna, 1920; Doutor em Literatura Hebraica , Jewish Theological Seminary of America; Professor pesquisador emérito da Universidade de Judaísmo, Los Angeles; Colaborador de revistas históricas nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo o Journal of Jewish Estudos Sociais e de Publicações do American Jewish Historical Society. Ex-presidente, brasileiros e judeus Instituto de Pesquisa Histórica.]

 


RABINO MORRIS RAPHALL

“CONTINUA A SER UM FATO QUE NÃO PODE SER NEGADO, QUE EM SUA PRÓPRIA TERRA NATAL E, EM TODO O MUNDO EM GERAL, O DESAFORTUNADO NEGRO É REALMENTE O MAIS INFERIOR DOS ESCRAVOS. MUITO TEM SIDO DITO A RESPEITO DA INFERIORIDADE DE SUAS CAPACIDADES INTELECTUAIS, E QUE NENHUM HOMEM DE SUA RAÇA JÁ INSCREVEU SEU NOME NO PARTHENON DA EXCELÊNCIA HUMANA, SEJA MENTAL OU MORAL”.


JUDEUS NO SUL 
WEB DUBOIS,

“O JUDEU É O HERDEIRO DO BARÃO-ESCRAVO EM DOUGHERTY [GEORGIA], E COMO VAMOS PARA O OESTE, POR LARGOS CAMPOS DE CEREAL E ESPESSOS POMARES DE PÊSSEGO E PÊRA, QUE VEMOS EM TODOS OS LADOS DENTRO DO CÍRCULO DA FLORESTA ESCURA UMA TERRA DE CANAÃ. AQUI E ALI SÃO CONTOS DE PROJETOS PARA CONSEGUIR DINHEIRO, NASCIDO NOS DIAS FRENÉTICOS DE RECONSTRUÇÃO DE EMPRESAS, AS EMPRESAS DE VINHO, ENGENHOS E FÁBRICAS; QUASE TODAS FALIRAM, E OS JUDEUS AS HERDARAM”.

FONTE: The Souls of Black Folk (1903) nota: Quando DuBois tentou publicar o livro em 1953, ele sucumbiu às pressões para substituir a palavra “judeu” pela palavra “estrangeiro”.

 


PARA SABER MAIS SOBRE OS JUDEUS E ESCRAVIDÃO 
LEIA O LIVRO: “O RELACIONAMENTO SECRETO ENTRE NEGROS E JUDEUS”.

AQUI ESTÃO MAIS ALGUMAS INFORMAÇÕES INTERESSANTES SOBRE JUDEUS.


RACISMO JUDAICO


MOSES MAIMONIDES

A ENCICLOPÉDIA DA RELIGIÃO JUDAICA REFERE-SE A MOISÉS MAIMÔNIDES COMO “SÍMBOLO DA FÉ PURA E ORTODOXA”. SEU GUIA PARA OS PERPLEXOS É CONSIDERADO A MAIOR OBRA DE FILOSOFIA RELIGIOSA JUDAICA, MAS SEU PONTO DE VISTA DOS NEGROS ERA HITLERIANO:

“OS NEGROS ENCONTRADOS NO REMOTO SUL, E AQUELES QUE SE ASSEMELHAM A ELES DE ENTRE OS QUE ESTÃO CONOSCO NESTES CLIMAS. O ESTADO DELES É SEMELHANTE AO DE ANIMAIS IRRACIONAIS. PARA MIM ELES NÃO TÊM CONDIÇÃO DE HOMENS, MAS ENTRE OS SERES UM GRAU MENOR DO QUE O POSTO DE HOMEM, MAS MAIOR DO QUE O POSTO DE MACACOS. PORQUE ELES TÊM A FORMA EXTERNA E TRAÇOS DE UM HOMEM E UMA FACULDADE DE DISCERNIMENTO QUE É SUPERIOR À DOS MACACOS”.

 


MAJOR MORDECAI MANUEL NOAH (1785-1851)

ELE ERA CONSIDERADO O MAIS ILUSTRE JUDEU LEIGO EM SEU TEMPO. ELE FOI UM DEFENSOR DA ESCRAVIDÃO TÃO PROLÍFICO, QUE O PRIMEIRO NEGRO AMERICANO PERIÓDICO, THE FREEDOM’S JOURNAL (O JORNAL A LIBERDADE), FOI LANÇADO EM RESPOSTA À PROPAGANDA RACISTA DE NOAH. NA VERDADE, ELE DEFENDIA A ESCRAVIDÃO CHAMANDO-A DE LIBERDADE:

“NÃO HÁ LIBERDADE SOB O NOME DE ESCRAVIDÃO. UM NEGRO DO CAMPO TEM SUA CASINHA, SUA ESPOSA E FILHOS, SUA TAREFA FÁCIL, SEU PEDACINHO DE MILHO E BATATAS, SEU JARDIM E FRUTAS, QUE SÃO A SUA RECEITA E PROPRIEDADE. A EMPREGADA DOMÉSTICA TEM ROUPAS APROPRIADAS, SUAS REFEIÇÕES DE LUXO, SUA PRIVACIDADE PERMITIDA, UM GENTIL SENHOR, E UMA AMANTE INDULGENTE E FREQÜENTEMENTE AFETUOSA”.

ELE ARGUMENTOU QUE “OS LAÇOS DA SOCIEDADE DEVEM SER MANTIDOS COMO ELES SÃO AGORA” E QUE “EMANCIPAR OS ESCRAVOS SERIA POR EM RISCO A SEGURANÇA DE TODO O PAÍS”. O FREEDOM’S JOURNAL CHAMOU NOAH DE “INIMIGO AMARGO” DO HOMEM NEGRO E WILLIAM LLOYD GARRISON, O LÍDER ABOLICIONISTA BRANCO, O CHAMOU DE “DESCENDENTE DIRETO DOS MONSTROS QUE PREGARAM JESUS NA CRUZ”.


SOBRE OS DIREITOS CIVIS

UM RABINO DE 1956

“NOSSOS AMIGOS DO NORTE NÃO APRECIAM PLENAMENTE O FATO DE QUE NÃO HÁ DIFERENÇA ENTRE A MAIORIA DOS JUDEUS E SEUS VIZINHOS CRISTÃOS EM SUAS ATITUDES EM RELAÇÃO AO NEGRO. ESTE NÃO É UM SUBPRODUTO DO ANTI-SEMITISMO, MAS UMA CONVICÇÃO HONESTA. PARA ESTES JUDEUS, DESAGREGAÇÃO REPRESENTA NÃO APENAS UM PROBLEMA ESCOLAR, MAS TAMBÉM UM PROBLEMA DA MISTURA DE RAÇAS”.


 


LESTER D. FRIEDMAN

AUTOR DE “A IMAGEM DO JUDEU DE HOLLYWOOD”

“HOJE, A MAIORIA DAS PESSOAS ASSOCIA A TRADIÇÃO BLACKFACE COM SHOWS DE MENESTRÉIS, E MAIS PARTICULARMENTE, COM AL JOLSON. NA VERDADE, MUITOS ARTISTAS JUDEUS OBTIVERAM SUCESSO INICIAL E CONTINUARAM A USÁ-LO. SOPHIE TUCKER FOI ANUNCIADO COMO “O MUNDO DE RENOME COON SHOUTER” OU MAIS EUFEMISTICAMENTE COMO O “MANIPULADOR DE MÚSICA CRIOULA”. EDDIE CANTOR TOCOU SALOMÉ VESTIDO DE DRAG E BLACKFACE, ENQUANTO GEORGE BURNS, MUITAS VEZES, VIAJOU COM UMA FACE NEGRA AINDA MAIS CÔMICA E ESTILIZADA DO QUE JOLSON. LATER GEORGE JESSEL, MUITAS VEZES, JUNTOU EDDIE CANTOR NO PALCO EM VÁRIAS ROTINAS BLACKFACES… NA VERDADE, É MUITO FÁCIL IGNORAR OS DEPRECIATIVOS ASPECTOS DE TAIS ATIVIDADES, O RACISMO INCONSCIENTEMENTE ACEITO E ALIMENTADO POR ESSAS PARÓDIAS CRUÉIS, CITANDO CONTEXTOS HISTÓRICOS. OS INDISFARÇÁVEIS ELEMENTOS RIDÍCULOS EM RETRATOS BLACKFACE COMO POR JUDEUS IMITANDO OS ESTRANHOS ESTEREÓTIPOS DE NEGROS AGORA PARECEM SUSPEITOS COMO NECESSIDADE DESESPERADA DE UM GRUPO A AFIRMAR A SUA PRÓPRIA SUPERIORIDADE, IMITANDO O OUTRO. TAL MOTIVAÇÃO TALVEZ INCONSCIENTE NÃO DEIXA DE SER DIFÍCIL DE IGNORAR”.

OUTRAS QUESTÕES

B’NAI B’RITH MAGAZINE, MAIO, 1925, VOL. 39:

DARKTOWN

Rastus: Whuffo’ yo’ ‘jeculate yoself to me in dat onery manner?

Cicero: Whoffo’? Nigguh, who do yo’ calkerate yo’ is?

Rastus: Yo’ nigguh! mah family am quality folks an’ ahm a pusson of rank.

Cicero: Huh! ah’ll have yo’ triflin’, Rastus, to know that ah’m ranker than you is.

“PIADAS” COMO ESSA APARECIAM REGULARMENTE NA REVISTA B’NAI B’RITH POR ISSO O ADL LUTAVA CONTRA ESTA ESPÉCIE DE DIFAMAÇÃO DE JUDEUS.

Este excelente material foi retirado do site BLACK AND JEWS ( http://www.blacksandjews.com ) e traduzido por Hadassah Yahshurun (http://yahshurun.blogspot.com).

SHALOM 001 

HADASSAH YASHURUN (https://hebreuisraelita.wordpress.com) e (http://yahshurun.blogspot.com)

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One Response to “OS JUDEUS E O TRÁFICO DE ESCRAVOS TRANSATLÂNTICO”


  1. Essa verdade “incoveniente” deveria vir a tona no Brasil. Vamos fazer uma grande campanha. Vejam o que o israelitasestãofalando e fazendo em Israel com o negros. Olha o que os paramentares de Israel falam dos negros:
    No “pogron” de Telaviv, a multidão gritava coisas como: “fora com os negros”, “mande os sudaneses de volta para o Sudão”, enquanto outros, mais tranqüilos, limitavam-se a condenar “os esquerdistas de coração sangrento que trabalham para ajudar os negros.”
    A deputada Miri Egev é do Likud, partido do premier Netanyahu e chamou os imigrantes negros africanos de “câncer na sociedade israelense” – expressão muito usada pelos nazistas ao se referirem aos judeus na Alemanha.
    Ela deve ter copiado o coronel Effi Eitan, que há poucos anos referiu-se aos árabes israelenses como “um câncer.”


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